Anunciaram esta semana o início da pré venda de ingressos para o show do Roger Waters no Brasil. Como fã, não posso perder a oportunidade de assistir ao ídolo, que na sua passagem pelo país vai dar uma canjinha na minha cidade. 

Recebi a missão de convencer uma amiga a ir ao show. Penso: como uma pessoa pode não querer ir no RW? WTF? Mas a verdade é que é muito fácil, assim como eu deixo de ir a praticamente todos os shows do mundo: eu não gosto [hahahaha ohhh yeaaahh]. Ok, as vezes também é por falta de grana. 

Assistir ao Roger Waters certamente será a coisa mais afudê que irei presenciar, musicalmente falando [será o suprasumo do prazer indômito mother fucker!]. Sou fã incondicional da obra do cara. Além de tudo isso, o show não é apenas RW. É The Wall, um dos álbuns mais vendidos da história dos álbuns mais vendidos!!!!

Listo, então, 10 motivos para assistir The Wall Live Tour! 

10 – A tour The Wall, na época de seu lançamento (entre 1980 e 1981) teve apenas 29 shows executados! 

9 – A 30º apresentação, realizada em 21 de julho de 1990, em Berlin, foi o maior concerto de rock já produzido, segundo o Guiness book! O palco media 168 x 25 m, 600 pessoas trabalharam na produção e 200 mil ajudaram a construir e destruir um muro de 2.500 blocos de isopor, que simbolizava o muro de Berlim [show em comemoração a queda do muro]. 

- The Wall é apresentado na íntegra no show. O disco vendeu mais de 23 milhões de cópias em todo mundo até hoje. Entre seus hits estão as músicas Another Brick In The Wall, Confortably Numb e Mother. 

7 - O show conta com um muro de 137 metros de largura que forma um telão e reproduz os efeitos especiais da turnê original, como imagens originais de Gerald Scarfe, o avião batido e o som quadrafônico, além de pirotecnia e bonecos infláveis gigantescos (como o porco voador). 

6The Wall é uma ópera rock centrada em Pink, um personagem fictício baseado na vida do Roger Waters. 

5 – A faixa clássica do álbum é Another brick in the wall, dividida em partes I, II e III. A primeira fala sobre a perda do pai de Waters na 2º Guerra Mundial; a II critica a opressão e censura dos professores e sociedade em geral que obrigam crianças e adolescentes a criar e consumir apenas o que é definido como convencional/padrão/tradicional. Essa canção é um hino dedicado à liberdade de expressão. A última parte da música, a III, renova o pedido de liberdade: para viver, sentir e fazer. Afinal, somos todos apenas mais um tijolo no muro! 

4 – The Wall também é filme. No longa dirigido por Alan Parker em 1982, o personagem Pink ilustra [inclusive via animações] cada canção do álbum. Sensacional! 

– O disco foi premiado com platina 23 vezes e é o 3º álbum mais vendido de sempre nos Estados Unidos, chegando a primeira colocação nas tabelas da Billboard 200 em 1980.  

2 – Em junho de 1987, Roger Waters disse o seguinte: “Em 1980 quando terminamos em Nova Iorque, Larry Maggid, um promotor de Philadelphia […] ofereceu-nos 1 milhão de dólares por espetáculo, mais despesas, para fazermos dois concertos de ‘The Wall’no JFK Stadium […] e eu recusei. Tive que voltar a explicar tudo aos outros membros do grupo. Disse-lhes que deviam ter lido as explicações do que ‘The Wall significava para mim’. Disse-lhe que já passavam três anos desde que tínhamos tocado num estádio e que tinha jurado nunca mais voltar a fazê-lo; disse que ‘The Wall’ perdia a chama completamente, tocado num estádio, e que nem o público nem a banda nem ninguém conseguiam aproveitar alguma coisa que valesse a pena e que por isso não ia fazê-lo”.

31 anos depois são anunciados shows em três cidades brasileiras e em três estádios. De qualquer forma, não perca essa oportunidade [provavelmente ÚNICA]! 

– Vamos viver “the happiest day o four lives”!

 

mais wish list!


Faltaram alguns itens na lista básica de sugestão de presentes! 

  • Roteador wireless - mais um objeto SUPER necessário pra nova morada! Encontrei esse por R$ 79,90 no Submarino e ainda vem com três anos de garantia! 
  • Telefone sem fio - além do telefone cor-de-rosa fofo, vou precisar também de um telefone sem fio pra minha sala, minha gente! hauahua Será que eu deveria fazer um chá de casa nova? Siiim! rsrsrs De qualquer forma, essa lista servirá como uma agenda para mim. Papéis não estão funcionando no meio da mudança, então essa listinhaajudinha virtual vai colaborar muito na hora de lembrar de todos artigos necessários na minha próxima ida às compras! Quero um telefone sem fio com identificador de chamadas [trote nunca mais!!] e que tenha bateria [pilha não dá ne, gente!]. Ainda no Submarino, encontrei um por R$ 89,90
  • Não tirem sarro da minha wish list, pq eu nem inclui aqui alguns itens como cama e colchão que preciso comprar URGENTE, mas cama box não passa na minha escada nem na janela. COMOFAS MELDELS? rsrsrs TENSO. Não sei o que fazer e preciso me decidir logo. Vou ali pensar e já volto. 

My wish list!

Meu b-day se aproxima! CRAM! rsrsrs

Faço aniversário dia 24 de maio, mesmo dia do Bob Dylan [grandes merda, rsrsrs].

Algumas duas pessoas me pediram sugestões de presentes, então reuni algumas ideias e dicas de coisas que eu gosto/quero/preciso.

Fiquem à vontade para me presentear! ; )

  • Colar de coroa [dourado, só uso dourado!] - Vi um lindo em uma vitrine de Guaporé. Ameeeei! A gringolândia é também a terra das jóias, então lá elas custam super barato. Esse ai deve estar por volta de R$ 20.
  • Cortina cor-de-rosa - estou de mudança de endereço e no meu quarto novo essa cortininha vai ficar ótima! Nem 50 pila, minha gente!
  • Telefone modelo antigo e cor-de-rosa - amei! Tudo de mais glamouroso. Vem pra agregar ao quarto rosa, cortina rosa, entre outros adereços! O preço não é tão gentil, se comparado aos modelos mais convencionais, mas também não é tãaaao ruim assim. 
  • Melissa da coleção Branca de Neve - Melisseira assumida, já sou a feliz dona de um modelo Hoop preto com a majestosa coroa e agora quero, PRECISO da azul da maçazinha! Custa uns R$ 110 pila. Abram a mão, pessoas! rsrsrs
  • Estante - Com a mudança de endereço, houve também uma verdadeira revolução na mobília da casa. Com ela, minha estante foi se pro beleléu! rsrs Agora estou super precisando de uma nova, pequena e prática. Essa da foto é da Lojas Colombo e está custando apenas R$ 180! Uma barganha! 
  • New hair - Há alguns dias estou divagando sobre a possibilidade de me aventurar numa escova definitiva. Já fiz progressiva [que não deu em nada, apenas hidratou bonito minhas madeixas] e relaxamento [ficou chuchu], mas quero ir mais longe. Acordar todo dia mais cedo só pra lavar o cabelo e ter que sair com ele molhado nesse frio não está sendo legal. Ganhei uma dor de garganta, sem contar o fato de ter que contar, quase sempre, com o vento pra destruir qualquer ideal de dia com um super hair estiloso. NOT! Fiz orçamento no salão mais melhor de bom da city e, como meu cabelo não é tão ruim e está curto, custa por volta de R$ 300, que podem ser parcelado em três suaves prestações! =D
  • Dvds de Grey’s Anatomy - minha série favorita, junto com LOST e House. Quero muito e não tenho nenhum! Conforme minha amiga e colega, Maria Carolina, tem temporadas por R$ 16,90 nas Lojas Americanas! huhuhu
  • Perfume Capricho - meu amado perfume, único e preferido! Sempre uso! É o único que amo de paixão e é um querido com meu bolso: apenas R$ 40 no Boticário. Nhóoim!
  • Na linha perfumaria, para os desavisados e de bolsos vazios, sugiro um creme Paixão como esse. É o creme mais barato mais cheiroso do mundo! huahaua Amo Victória Secret’s, mas não vou ousar pedir, ne!? Gosto do rosa e do azul e só. Se quiser pode me dar os dois, pois custa menos de 5 pila.
  • Tem também a discografia do Pink Floyd. Resolvi ter todos os discos em cds, pois só tenho vinil e ou mp3. Fica a dica! Só pq perguntaram, ne!? rsrsrs Vou comprar tudo isso ao longo do tempo mesmo! Mais dicas assim que eu lembrar de mais opções! Beijo!

Eu amo Lost. Sou fascinada, completamente louca e apaixonada por essa série! Eu e milhares de pessoas pelo mundo, pra falar a verdade. 

A real é que Lost reúne um elenco de grandes atores [algumas desconhecidos também] e histórias que prendem seus telespectadores até o fim. Mesmo sendo absurda as vezes, o enredo te envolve e te torna totalmente dependente - o que me fez rever pela segunda vez!

Difícil escolher um personagem favorito. Talvez o gordinho e encantador Hurley ou a [bis]Kate, o líder Jack, o lindo e maravilhoso Sawyer, o Locke, Desmond, Sun, Jin, Claire…aiiiin! Todos. Todos são ótimos, cada um de sua forma. Cada um com sua estória rica e fascinante. Charlie, um dos personagens mais populares, nunca esteve na minha lista top de Lost, mas tem o seu carisma. Ele protagonizou uma das cenas mais emocionantes da série, que eu não vou contar [sempre é spoiler pra alguém, ne?]. Mas eu quero chegar na cena que antecedeu este fato que não vou comentar, rsrsrs: prevendo sua morte, Charlie deixou um bilhete para sua amada Claire. Neste bilhete constava uma lista das coisas mais importantes da sua vida, como quando ele - um rockstar viciado em heroína - ouviu, pela primeira vez, sua música tocar em uma rádio. Também falava sobre quando ele salvou uma mulher de um assalto e foi chamado de herói, entre outros momentos marcantes de sua trajetória antes e depois de cair na ilha. 

Hoje nasceu minha prima Amanda, filha da minha madrinha Juliana. Relembrando dos últimos nascimentos na minha família pude recordar também o dia que meu afilhado, Léo, nasceu. Pensei em fazer a minha lista, sem ordem cronológica ou de importância, das cenas mais emocionantes da minha vida! Apenas para deixar registrado! 

  • O dia que meu afilhado, Léo, nasceu. Na verdade, lembro desde o dia que a mãe dele me convidou para batizá-lo, lá em Capão…o quanto fiquei feliz e até chorei. É meu único afilhado. Ainda consigo visualizar o rostinho dele horas depois que nasceu há mais de sete anos. No dia que ele foi para casa, quatro dias depois, tirei uma foto e o barulho do flash fez ele sorrir. Lindo e fofo! Amo esse guri!
  • O dia que me formei no curso de jornalismo. Não foi tão emocionante, mas foi essencial para mim. Foi a passagem por um ciclo. Literalmente, uma conclusão. Adrenalina demais para chorar. 
  • Meu primeiro show dos Engenheiros do Hawaii. Assisti sozinha, na última fila, mas feliz. Realizada!
  • O dia que o Erik me pediu em casamento e meu deu um anel de noivado liiindo! Foi num show do Humberto, quando ele tocou e cantou 3x4.
  • O jogo do Grêmio que assisti, em 2000, no Olímpico. Meu ídolo - sem comentários sobre o fato dele não ter vindo pro Grêmio, ok? rsrs] - Ronaldinho estava em campo. 
  • O dia que meu vô, Julio, morreu. Me marcou da forma mais triste. Foi quando eu soube pela primeira vez o que é perder. E nunca aprendi. É dele toda minha paixão por moedas antigas e de outros países, bala de iogurte e pelo nosso imortal tricolor. 
  • Quando ganhei meu disco O Papa é pop na versão tripla. Obrigada, Eri! 
  • Meu primeiro emprego em um jornal. Não era o maior nem o melhor, mas era meu!
  • O show do Guns n’roses em Porto Alegre. Indescritível.
  • O dia que ganhei meu bebê, meu amor, minha paixão: a gatinha Mina.
  • Quando venci um concurso de poesia na 5º série e também um de redação no último ano do colégio. 

Essa lista está inacabada e pode ser alterada/adicionada sempre!

o que você faz quando…


Top Top da MTv era, disparado, meu programa favorito da emissora. Isso lá pelo fim dos anos 90 e início de 2000, quando a tv ainda transmitia através do canal 24. Quando migrou pro 14 eu cai fora, até pq o sinal saiu do alcance lá de casa. Curtia afú a Marina Person e o Leo Madeira. Lembro que uma das últimas notícias que assisti contava a morte de um ídolo querido, Joey Ramone. Abril de 2001, se não me falha a memória. Fiquei triste e ouvi Loco Live a todo volume em sua homenagem, para loucura dos vizinhos. LOCO LIVE, que disco! Tenho um gosto bem inusitado para música, que mistura algumas bandas bem famosas e bem distintas [uma das outras]. Vou de Engenheiros, passando por Pink Floyd, Guns n’ Roses, Cascavelletes, Júpiter Maça, Pública, Mallu Magalhães, Beatles, Bee Gees, Abba, Dido, Sheryl Crow e alguma coisa de música regional [algo entre Os Serranos e Os Fagundes]. Creio que meu gosto diferentão se estende à outras áreas dessa vidinha pacata. Me veio o tema diversão à cabeça. Seguindo a linha Top Top de ser [ainda passa esse programa? Fiquei sabendo que a Marina pulou fora dia desses. Pudera, a MTV virou VJs de cabelo colorido e engraçadinhos de plantão. Se isso é atitude, não sei, mas sou mais a apresentação da veterana], vou listar meus 10 programas favoritos, mas não programas televisivos [cada vez mais raros] e sim ocupação, lazer, diversão…essas coisas que geram imenso prazer, mesmo podendo ser bizarro ou estranho aos demais.

1 – Humberto Gessinger e qualquer coisa ligada a ele. Desde ler seu twitter até ler seus recentes livros, assistir vídeos antigos, ir a sessão de autógrafos, shows a 5 mil km de distância. Qualquer coisa da alemoa é extremamente prazerosa de se fazer.

2 – Assistir minhas séries favoritas no aconchego do meu quarto. Atualmente vejo: Grey’s Anatomy, House, Dexter, V, The Walking Dead e The Event. Na minha lista de favoritos, além destes, deve constar também o finito Lost [mimimimi] e Dead Set, uma microsérie de zumbis sensacional!

3 – Falando em zumbis, tai outro programa favorito, que só será substituído pela caça real a essas criaturas. AMO filmes/séries/livros/histórias de zumbis. Seres abominavelmente atraentes.

4 – Viajar ao som de Engenheiros. É ótimo!!! Aquela sensação de vento na cara com quilômetros a rodar e as letras perfeitas da banda querida é inexplicável. Este item até poderia integrar o primeiro, mas acontece que é, definitivamente, um efeito único, como ir pra casa do noivo ao som de Ouça o que eu digo, não ouça ninguém ou Várias Variáveis: 200 km de infinita highway.

5 – Ir ao supermercado. Mais que uma função de sobrevivência, a tarefa de ir ao mercado também pode ser divertida. E é! Eu adoro circular pelos corredores conferindo preços e marcas, enchendo o carrinho [lógico que dispensaria a hora do pagamento e as imensas filas nos caixas]. Desde sempre gostei de planejar listas, verificar os armários e seus itens em falta para depois enche-los novamente. Creio que isso entraria numa lista de terapia também: comprar [em geral].

6 – Planejar. Essa é outra coisa que gosto de fazer. Desde chá de cozinha ou de bebê, festas de casamento, final de semana ou semana inteira na praia [ou findi inverninho], passeio no sítio ou mesmo a visita do noivo aqui na city com destino obrigatório ao Iguatemi – meu shopping favorito. Adoro pesquisar os ‘ingredientes’ para a ocasião, consultar a disponibilidade das pessoas e dos locais, conferir preços, agendar reservas, preparar mapas. Creio que meu maior talento, ou único, é a produção. Gosto muito disso.

7 – Ler. Eu gosto de ler e não falo isso para parecer intelectual ou super inteligente, até pq estou longe – e nem quero – ser. Gosto de ler minhas bobagens, tipo livros de ficção e revistas toscas com informação inútil, tipo a Mundo Estranho – a melhor para esse meu perfil débiloide. Sou fã mooor de Sidney Sheldon. Ele foi – na verdade sempre será – O MELHOR ESCRITOR DESSE MUNDO [e eu leio todos os livros dele de novo quantas vezes eu desejar!] E nem se atreva a dizer o contrário, pois comprará uma briga eterna. Também aprecio uma passada nos sites engraçadinhos do tipo Não Salvo e Capinaremos.

8 – Culinária. Tenho um gosto bem exótico na cozinha, apesar de degustar quase que diariamente a comida típica deste país e, nos finais de semana, o prato principal de todo gaúcho. Não vou citar minhas experiências gastronômicas. Poderia gerar um certo desconforto estomacal nos possíveis leitores. Também aprecio bons pratos, especialmente os oriundos do Japão e China [o que é conhecido aqui, lógico. Sem essa de cachorro ou insetos] e também os frutos do mar. Gosto de conhecer novos lugares e novos cardápios. Pena que meu noivinho não seja tão receptivo em relação às novidades culinárias, pois sozinha não tem a mesma graça.

9 – Adoro vídeo game, embora seja uma jogadora em rehab, praticamente. Atualmente mantenho meu vício nessas Villes do Facebook, na tentativa de suprimir a falta de um Play Station. Ainda que essas fazendinhas, cidadezinhas e não sei mais o quê sejam bem inúteis do ponto de vista produtivo [afinal, quanto tempo se perde na frente do pc colhendo morangos e vendendo sapatos?] elas também são divertidas. Não sei explicar, mas eu gosto, então se quer criticar fique à vontade, pois eu entendo completamente, ainda que gaste umas horinhas semanais ampliando minha city! [ps.: tenho um cinema que paga em barras de ouro! Genial! Huahauahaua]. Mas sinto falta dos jogos antigos, desde o Tekken, Mortal Kombat e Resident Evil. Esse último nunca joguei, mas assistia – morrendo de medo – meus primos passarem de fase depois de horas. Acho que vem daí minha paixão por zumbis. Do Super Mario nunca gostei, pois não sabia fazer aquele gordinho pular, o que também não tem nada a ver com o peso do moço, até pq o meu Luigi também não conseguia um pulinho sequer…e aquela musiquinha, a trilha do jogo, virou sinônimo de fracasso pra mim.

10 – Fotografia é uma paixão pra mim, mas não da forma como ela costuma se apresentar para os demais amantes em geral. Não gosto exatamente de bater fotos – até gosto, mas não é meu forte – mas sim de ser a modelo, a fotografada. Me imagino em diferentes lugares e situações sendo fotografada. Nada de sensualidade, nem essa gente pelada em capa de revista. Estou falando de algo como vestida de noiva na frente de uma igrejinha cor de rosa liiiinda. Ok, estou entusiasmada com o casamento, mas em geral gosto disso mesmo. Penso em fazer fotos na serra gaúcha. Acho que vou escolher Faria Lemos como um dos cenários, pois o local conta com um lindo vale carregado de uvas com um delicioso aroma de vinho fresco e uns tios gringos ótimos [com um sotaque engraçado] e acolhedores quando nossos ônibus estragam e a gente precisa, urgentemente, usar o pipi room. Me divirto com isso, pois a diversão pode ser, e quase sempre é, gerada pelas coisas mais simples que a gente vê e vive.

bitrindade:

Taub além dos outdoors

Perfil de gente morta


As pessoas vivem e criam perfis em redes sociais. As pessoas morrem e as páginas continuam lá, vagando eternamente. Tornando, talvez, aquele ser um pouco mais vivo na memória dos amigos. Mas vamos combinar: é bizzaro e é triste. Ok que morrer faz parte do ciclo da vida e blá blá blá, que todos nós iremos morrer um dia e isso é natural, etc.

Tive uma vizinha que era a melhor amiga da minha prima Mari. Ela morreu há uns quatro anos e deixou ativa sua conta no Orkut. Creio que ninguém tem a senha da guria, pois a página continua lá, como se ela ainda estivesse ocupando aquele espaço. Perfis de casas noturnas divulgam suas festas em flyers coloridos na página de recados da falecida. E a cada ano, no mês do seu aniversário, a fotinho sobe pro calendário de aniversariantes. Os desavisados [o mal da tecnologia virtual: desconhecidos somam, em alguns casos, a maioria dos contatos nas redes sociais] aparecem por lá deixando um recadinho querido de felicitações. E ainda que os amigos utilizem o local para homenagear a pessoa que partiu, deixando claro que ela não está mais entre nós: a conta está lá, mais viva do que a sua dona, certamente.

Eu não sei se gostaria de morrer [isso com certeza não, pelo menos não agora!] e deixar uma página com fotos e tantas outras coisas aberta a essa exposição pós morte. Acho cruel. Me dá uma melancolia extrema. Penso nessa vizinha. Ainda ontem vi os dois filhos que ela deixou jogando taco na frente da minha casa [os admiro: jogar taco em rua asfaltada é realmente muito roots!] e tomando banho na chuva que resolveu cair no fim da tarde e amenizar um pouco do calor. Mais tarde, e isso já era por volta de 23 horas, eles tomavam banho de piscina. Acho que possuem entre 7 e 10 anos. Logo vão ter seus próprios Orkuts e poderão visualizar o que a mãe deixou. Deprimente demais. Ou não.

Enquanto isso, o Facebook me sugerindo eternamente o Geraldo Flach. 

driblando gafes jornalísticas


quase passei por uma gafe jornalística essa manhã. marquei entrevista com um padre da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) para às 10 horas desta terça. O religioso me forneceu um número com código 75 que, ao pesquisar, constatei que trata-se de um telefone da Bahia. 

liguei às 10h, horário de Brasília e de Cachoeirinha, onde me encontro neste momento, porém a ligação não pode ser finalizada. Gracias, cia. telefônica! 

me dei conta de que são 10 horas aqui, mas na Bahia, que não entra no esquema do horário de verão, são apenas 9 horas da manhã. 

é apenas um detalhe, mas que faz bastante diferença. muito constrangedor ligar para a fonte uma hora antes do horário agendado. causa do um certo desconforto e pode dar a ideia do jornalista estar pressionando o entrevistado. 

claro que, visto as circunstâncias, uma explicação sobre a diferença de uma hora entre as regiões poderia ser simplesmente compreendida, mas é preciso ter cuidado para não causar nenhum desconforto que possa comprometer a entrevista.

ligarei às 11h. atenção é essencial, conhecimentos gerais também! curiosidade para saber exatamente para onde tu está ligando: pode ser bobo, mas pode te salvar! 

=D

A Igreja onde vou me casar.

Ainda é apenas um plano. Na verdade, é um sonho.

Sempre desejei casar na Igreja [mesmo não sendo exatamente religiosa - sou alguém que tem fé]. Não sou ingênua de pensar que a vida é um ‘mar de rosas’, mas faço minha história ser um pouco mais rosada no dia-a-dia e o casamento ideal faz parte disso. O noivo lindo, amado, atencioso e carinhoso eu já tenho, faltava apenas iniciar este projeto que deve se estender até setembro de 2012 ou abril de 2013. 

Esta Igreja fofa, a São Roque, fica em Dois Lajeados, um pequeno paraíso município que fica a uns 200km de Porto Alegre. Ela é cor-de-rosa e é por isso que eu quero que meu casamento aconteça lá. Sim, estou sendo super Barbie, mas eu sou a noiva e tenho todo o direito de ser. 

Minha festa de recepção será ao ar livre, com local ainda indefinido, mas será linda, como toda festa de casamento deve ser. 

E, pra combinar com a Igreja e a personalidade da noiva, o carro que me levará à Igreja deve ser velho e na sua cor favorita: que tal um fusca cor de rosa? 

Post it - Esse pedacinho de papel é tão útil e visivelmente agradável. Eles são coloridos e divertidos, colam facilmente em qualquer superfície para nos avisar de que precisamos lembrar de algo.

Os post its [algo como “postá-lo”] se tornaram meus grandes aliados nos últimos dias. Por algum motivo virei a Srta. Esquecidinha. Estão espalhados pela casa: espelho, guarda roupa, geladeira, mesinha do quarto, etc.

Mas a utilidade mais linda e fofa ever desse mundo relacionada com post it foi protagonizada pelo casal chuchu de Grey’s Anatomy, Derek Shepherd, vulgo McDreamy (Patrick Dempsey) e Meredith Grey (Ellen Pompeo). Na falta de tempo, esses lindos personagens casaram dedicando seus votos em um post it que, mais tarde, foi anexado a parede do armário da Mere no Seattle Grace [não curto a fusão com o Mercy West, ok?].

E mais: cada vez que algo prometido em seus votos poderia ser esquecido, a Mere dizia, repetidamente e prontamente atendida pelo doctor: “post it”.

Lindo né?